Fim-de-semana no Marvão – Entre Castelos e Serras

Fim-de-semana no Marvão - Entre Castelos e Serras

Aqui deixamos todas as dicas do que visitar no Marvão. Um pequeno paraíso no Alto Alentejo. Venham connosco visita-lo.

Tabela de Conteúdos

Localizado no distrito de Portalegre, por entre castelos e serras, o Marvão é um pequeno paraíso no Alto Alentejo. Aqui deixamos todas as dicas com tudo o que visitar no Marvão.

Desde muito cedo que o Marvão foi utilizado como refúgio de povoações assoladas por povos invasores. E até hoje permanecem todos esses vestígios.

Quando visitar o Marvão

O Marvão é um destino para visitar o ano inteiro, seja num escapadinha de fim-de-semana ou por período mais prolongado.

O clima é ligeiramente mais fresco do que no resto do Alentejo. No entanto, no verão não deixa de ser quente e nós podemos comprovar isso muito bem. Embora o ar fresco da Serra, ao final da tarde e à noite faça toda a diferença.

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No verão podemos apreciar um incrível pôr-do-sol no Marvão. Este, da Quinta do Barrieiro.

Existem vários eventos e festividades ao longo do ano nos vários pontos do concelho. Pode ser uma ajuda para ajustar a visita ao Marvão.

No entanto, de relembrar que com esta situação que vivemos por causa do Covid-19 muitas destas comemorações tiveram que ser alteradas, reajustadas e até mesmo canceladas.

Assim sendo, o melhor é sempre consultar a página da Câmara Municipal para perceber o que está ou não a funcionar.

De acordo com a mesma fonte, algumas das festas anuais incluem:

  • Janeiro: as janeiras
  • Fevereiro: a Quinzena Gastronômica ‘Comidas d’Azeite’, Carnaval ‘Marvão Folião’ e Trail do Marvão
  • Março: matança do porco nas várias freguesias do concelho
  • Abril: Quinzena Gastronómica do ‘Cabrito e do Borrego’,  Mercado da Terra – Feira das Atividades Económicas, Festas em Honra de S. Marcos (Santo António das Areias)
  • Maio: Percurso do Contrabando do Café, Quinzena Gastronómica do Bacalhau, Ultra Trail de São Mamede
  • Junho: Ammaia Festum, marchas populares, São Mamede Granfondo
  • Julho: Festival Internacional de Música, Boda Régia
  • Agosto: Festival Internacional de Cinema
  • Setembro: Festas em Honra de Nossa Senhora da Estrela (feriado municipal)
  • Outubro: Festival Al Mossassa, Caminhada Transfronteiriça
  • Novembro: Feira da Castanha – Festa do Castanheiro, Quinzena Gastronómica da Castanha, Corta-Mato de Marvão
  • Dezembro: Quinzena Gastronómica da Caça, ‘Natal em Marvão’

Onde ficar alojado no Marvão

A zona do Marvão ‘esconde’ imensos segredos. Neste nosso fim-de-semana pelo Marvão não queríamos ficar só pela pequena vila que lhe dá nome.

Assim sendo, procuramos um alojamento com caracter que nos desse a possibilidade de descobrir outros recantos na Serra de São Mamede.

A Quinta do Barrieiro é o local perfeito para isso. Localizada a 750 metros de altitude, na freguesia de São Salvador da Aramenha, é um refúgio na natureza.

E agora, em que muitos de nós procuram locais ‘mais escondidos’, onde possamos estar sossegados e manter o distanciamento social que nos é pedido, aqui isso é a realidade.

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Um dos vários espaços da Quinta do Barrieiro.

Os proprietários, Maria Leal da Costa e José Manuel Coelho aproveitaram a tranquilidade da Serra de São Mamede e criaram um espaço único, onde podemos parar e relaxar da azáfama.

A Quinta dispõe de pequenas casinhas, equipadas com kitchenette, piscina, sala de jogos, jardim, pinhal, um lago, biblioteca, um atelier e galeria de arte.

Há entrada recebemos João Leal da Cunha, filho da proprietária. Sempre bem-disposto e pronto a ajudar-nos em tudo o que precisássemos. Aliás, foi fundamental para definirmos o nosso itinerário de fim-de-semana no Marvão. Uma vez que nos indicou o que visitar nas redondezas, e até mesmo cascatas que só a população conhece.

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A maravilhosa piscina da Quinta do Barrieiro.

Ficamos alojados na Casa da Pedra que Voa, a segunda a ser construída neste espaço. Como de esperar a casa tem esculturas nos diversos espaços e até mesmo o chão é uma autêntica obra de arte.

É verdade que aqui a natureza e a arte andam de mãos dadas. Uma vez que em qualquer canto da Quinta podemos encontrar esculturas da proprietária Maria Leal da Costa.

Convidamos também a espreitar o projeto ‘Alentejo Sculpture Park – Maria Leal da Costa – Parque de Esculturas de Marvão’, onde há a possibilidade de visitas guiadas e a participação em programas temáticos.

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A arte e a natureza de maos dadas.

De realçar ainda a galeria de arte onde há uma montra dinâmica dos trabalhos da autora.

A Quinta do Barrieiro é também um ótimo local para quem, tal como nós, gosta do nascer e pôr-do-sol. Para o nascer do sol existe uma área, onde a vista desimpedida nos permite assistir a este espetáculo natural.

Ao pôr-do-sol tivemos que subir uma pequena colina, e já lá do alto, ficamos boquiabertos com tamanha beleza. Sempre a surpreender-nos a Quinta do Barrieiro.

Para mais informações e reservas podem contatar através do website.

O Que Visitar no Marvão

Marvão é muito mais que a pequena vila que lhe dá nome. Nas suas redondezas pequenas localidades, cascatas embrenhadas na Serra de São Mamede, miradouros, capelas, a barragem da Apartadura e todo um património arqueológico, histórico e natural para descobrir.

O município divide-se em 4 freguesias: Beirã, Santa Maria de Marvão, Santo António das Areias e São Salvador da Aramenha. Cada uma com carater distinto.

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Paisagens serranas, com vista para a vila de Marvão.

Apesar de termos apenas um fim-de-semana para explorar este recanto de Portugal, foi bem aproveitado. Porém, mais tempo, significa oportunidade para descobrir mais nas proximidades.

Vila de Marvão

Começando na vila muralhada, a figura incontornável é o Castelo de Marvão. Situado no alto da Serra de São Mamede, em pleno Parque Natural, foi ponto estratégico ao longo da história.

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O icónico Castelo de Marvão, cartão-postal da região.

A sua ocupação remonta à época romana, embora se pense que já na pré-história possa ter existido essa possibilidade. O seu período mais icónico foi quando D. Afonso Henriques terá conquistado a fortificação aos Mouros, em 1166.

No século XIX o Castelo de Marvão foi classificado como Monumento Nacional, sendo que o seu estado de conservação deve-se ao apoio da Liga dos Amigos do Castelo e à Câmara Municipal do Marvão.

A cisterna no interior do Castelo de Marvão é uma das maiores de Portugal, cerca de 10 metros de altura por 46 de comprimento. A sua capacidade concede acumular água e abastecer a localidade durante seis meses.

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Jardins do castelo, magníficos para o pôr-do-sol.

Os jardins adjacentes ao castelo são fantásticos para relaxar depois de explorar a vila. Ao pôr-do-sol atrai bastantes turistas, mas compreende-se bem o porquê.

Dica: O bilhete de entrada custa 1,50€ (adulto). É preferível comprar um bilhete conjunto 3,30€ para visitar o castelo, o Museu Municipal, a Casa da Cultura e a igreja de São Tiago. 

Em julho aqui decorre o Festival Internacional de Música de Marvão. O maestro alemão Christoph Poppen, apaixonado pelo Marvão é o principal impulsionador

Porém a edição de 2020 teve que ser reagendada para 2021 devida à situação que vivemos. Aquando da nossa visita em finais de julho 2020, decorria pequenos concertos, com limitado número de pessoas, em que o bilhete teria que ser comprado com antecedência.

A entrada na vila do Marvão faz-se atualmente pelas Portas de Rodão. Apesar, da existência ainda das Portas da Vila e do Postijo do Torrejão.

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Portas de Rodão, uma das entradas da vila.

As ruas estreitas onde mal passa um carro são compostas pela arquitetura tradicional alentejana das casas caiadas. Realça-se as portas e arcadas góticas, os detalhes de estilo manuelino e as varandas de ferro forjado.

Na Casa da Cultura, também designada de Câmara Velha foi o edifício dos Paços do Concelho desde a sua construção.

Na frente do edifício, conseguimos observar a Torre do Relógio, manuelina, onde uma escada embutida na parede permite o acesso ao topo. As antigas prisões do rés-do-chão da Câmara Velha hoje dar lugar a uma oficina/loja de artesanato e uma sala de exposições.

No interior há ainda uma sala de leitura do arquivo histórico municipal, a sala de reuniões, e o espaço onde se localizava a antiga secretaria camarária, hoje reabilitado num Auditório com uma moderna aparelhagem audiovisual.

A fachada da antiga Câmara Velha tem marca barroca na decoração da porta, com uma pequena lápide datada de 1759.

O edifício é dos mais encantadores, quer por dentro ou por fora. Vale a pena a visita e conhecer um pouco mais do seu percurso até aos dias de hoje.

Entrada: A visita é gratuita, de segunda a domingo das 9h30 às 13h e das 14h às 17h30. Existe a possibilidade de visita guiadas mediante marcação.

O que é hoje Museu Municipal de Marvão era anteriormente a Igreja de Santa Maria. Fechada ao culto há vários anos, foi recuperada e convertida em museu desde 1987.

A construção de origem gótica foi sendo modificada por causa das remodelações. A entrada principal em granito, apresenta logo acima uma pequena janela retangular, ladeada por uma torre, onde o acesso é feito através de uma escada em caracol, de granito, do século XVI.

No interior destaca-se o teto em madeira. As coleções do museu oferecem aos visitantes um pouco da história do concelho.

A exposição de arte sacra é provavelmente a mais marcante do museu, que conta também com outras exibições de arqueologia e etnografia.

Entrada: todos os dias das 10h às 12h30 e das 13h30 às 17h. O preço de entrada é de 1,90€ para adultos.

Na vila de Marvão temos ainda a Igreja de São Tiago, a Igreja do Espírito Santo e a Capela do Calvário. A primeira ao estilo gótico, com abóbada interior em madeira, com um altar barroco de talha do século XVII. A segunda em estilo renascentista.

Já fora das muralhas, o convento gótico de Nossa Senhora da Estrela também merece a nossa atenção. Não seja por mais, pelo cruzeiro manuelino localizado no adro da igreja.

Centro de Interpretação Cultural e Ambiental do Moinho da Cova

Na pequena povoação da Portagem deparamo-nos com o Centro de Interpretação Cultural e Ambiental do Moinho da Cova. Tal como indicado instalado num antigo moinho de água, onde se reproduz a atividade que era desenvolvida.

A região do Alentejo é de grande relevância nesta atividade, sendo até designada de celeiro de Portugal. As visitas realizam-se de terça a sábado entre as 10h e as 19h.

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Ponte Velha, na localidade da Portagem.

Ainda na Portagem, freguesia pertencente a São Salvador de Aramenha, e porque passamos por esta em direção à vila do Marvão, de realçar o pequeno parque de lazer junto ao rio Sever.

Aqui, este forma uma piscina natural com a granítica Ponte Velha (também chamada de romana) a atravessa-lo até à Torre Militar Medieval.

Cidade Romana de Ammaia

Em pleno vale, no coração do Parque Natural da Serra de São Mamede, a cidade romana de Ammaia ficou ‘perdida’ no tempo durante muitos anos.

Desde o século passado que tem sido escavada e investigada. Ficando os trabalhos de organização e conservação a cargo da Fundação Cidade de Ammaia.

Atualmente, com o recurso à tecnologia os arqueológos puderam estabelecer um desenho do que seria a cidade de Ammaia. Apesar de só uma pequena parte tenha ainda sido pesquisada, a cidade romana que terá cerca de dois mil anos merece uma visita.

Da sua história ainda pouco se sabe, Ammaia estaria já povoada no final do século I a.C. e o seu declínio provavelmente teve início durante o século V. Teria sido um importante núcleo urbano, muito por causa da sua localização e pela exploração dos recursos minerais e naturais da região.

De entre os achados arqueológicos, que estão no museu, há uma grande variedade de objetos em vidro. Algumas peças pensa-se que faziam parte do espólio funerário. O achado mais importante foi feito em 2019, onde um anfiteatro de 60 metros de largura foi encontrado.

Estrada Nacional 246-1

A Estrada Nacional 246-1 que faz a ligação entre o Marvão e Castelo de Vide é considerada uma das mais bonitas do Alentejo.

Localmente apelidada de alameda dos freixos, enverga um túnel de freixos centenários.

É também ponto de paragem para os turistas que visitam a região, e a autarquia até já criou locais para que possamos estacionar confortavelmente o carro e tirar uma fotografia.

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A famosa Alameda dos Freixos, ponto de paragem obrigatória.

As cores da alameda dos freixos variam consoante a estação do ano. No outono, com cores em tons de vermelho e amarelo, no inverno, os ramos despidos de folhas, na primavera um florido de cores e no verão a frescura das folhas verdes.

É necessário perder algum tempo a apreciar a beleza deste troço de estrada, merecendo toda a nossa atenção. Esperemos que por muito tempo continue assim, intata.

Estação Ferroviária do Marvão

A antiga estação ferroviária do Marvão, situada na localizada de Beirã já foi uma das mais fundamentais nesta zona do país.

Construída no século XIX fazia a ligação fronteiriça a Madrid. Em 1926 foi alvo de grande expansão, onde foram adicionados serviços de restauração e alojamento.

Na fachada exterior, ainda hoje podemos ver vários painéis de azulejo onde figuram monumentos nacionais.

O autor dos painéis foi Jorge Colaço, figura bem conhecida da cerâmica lusitana e autor dos painéis da vizinha estação de Castelo de Vide e do átrio da gare portuense de São Bento.

A estação ferroviária do Marvão foi classificada pela autarquia de Marvão como Imóvel de Interesse Público, para que este seja preservado ao longo dos tempos.

Marvão Rail Bike

Apesar de não termos participado nesta atividade, muito por culpa do pouco tempo que tivemos no Marvão, não podíamos deixar de falar nela.

O Rail Bike tem vindo a ganhar popularidade. Tal como o nome indica, trata-se de pedalar sobre a linha de comboio, e desta forma poder apreciar a beleza intemporal das paisagens do Parque Natural da Serra de São Mamede.

Atualmente existem dois percursos possíveis na linha férrea desativada:

  • Percurso ‘A Ponte’: 15 km com a duração de cerca de 2 horas, desde a estação de Marvão-Beirã até à ponte de caminho-de-ferro de 1930 e regressando ao ponto de partida.
  • Percurso ‘Castelo de Vide’: com a duração de 4 horas, num total de 32 km, uma viagem de ida e volta desde a na estação Marvão-Beirã até à histórica estação de Castelo de Vide.

A participação nesta atividade, apesar de cada um pedalar ao seu ritmo, requer esforço físico. Existem ainda zonas de alguma inclinação e também se aconselha o uso de roupa adequada à atividade e condições atmosféricas.

Os percursos realizados são sempre acompanhados de um guia. As viagens são feitas de manhã e à tarde embora, os proprietários sejam flexíveis e possam promover viagens à noite.

Sendo uma atividade cada vez mais popular, a reserva com antecedência é bem-vinda. Isto porque há um limite máximo de apenas 11 pessoas de cada vez.

Cascatas da Serra de São Mamede

O Parque Natural da Serra de São Mamede para além de abrigar várias espécies animais é detentor de cascatas magníficas.

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Paisagens da Serra de São Mamede.

Engane-se quem pensa que o Alentejo é só planícies, neste recanto o verde é rei. Algumas das cascatas da Serra de São Mamede são um desafio mas, no final vale bem a pena.

De entre as cascatas mais conhecidas nesta zona do país estão:

  • Pego do Inferno, também conhecida como Cascata dos Mosteiros
  • Cascata da Ribeira de Arronches
  • Cascata da Cabroeira, ou cascata da Rabaça
  • Cascata de São Julião, designada localmente como cascata do Monte Sete

Pego do Inferno

Provavelmente a cascata mais concorrida da Serra de São Mamede. Não sei foi do dia e da hora mas, tivemos imensa sorte e só estávamos nós e mais um grupo quando visitamos. Talvez porque foi de manhã.

A cascata do Pego do Inferno deve às suas águas cristalinas à ribeira de Arronches. Para nós foi sem dúvida a mais bonita que encontramos na Serra de São Mamede.

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Pego do Inferno, umas das mais belas cascatas do Marvão.

O acesso é simples, pois fica perto da estrada principal. Não tem propriamente um local para estacionamento pelo que deverá deixar o carro na beira da estrada. Siga o som da água a correr encosta baixo, até alcançar a cascata.

Para quem vem de Portalegre basta seguir em direção à localidade de Mosteiros pela M517. A estrada está um pouco em mau estado portanto será necessário alguma paciência.

Antes mesmo de chegar à pequena localidade de Mosteiro é onde a cascata está. Para melhor orientação deixamos as coordenadas.

Coordenadas de GPS

Latitude: 39°11’52.0″N

Longitude: 7°17’11.0″W

Cascata da Ribeira de Arronches

Para quem quer conhecer esta cascata não é tarefa fácil.

Apesar do estacionamento à cascata serem apenas 200 metros, é preciso caminhar algum tempo por um caminho estreito, culminando numa descida íngreme. 

Coordenadas de GPS

Latitude: 39°17’42.1″N

Longitude: 7°20’15.2″W

Cascata da Cabroeira

A imponente cascata da Cabroeira, também conhecida como cascata da Rabaça, localiza na aldeia com o mesmo nome.

A aldeia da Rabaça está quase na fronteira com Espanha e por isso, esta cascata atrai bastantes turistas espanhóis.

O trilho até à cascata não tem muitas indicações, o melhor será seguir as coordenadas GPS que deixamos abaixo. Porém, a cascata é facilmente avistável depois de chegar ao penhasco próximo da mesma.

Coordenadas de GPS

Latitude: 39°17’42.1″N

Longitude: 7°20’15.2″W

Cascata de São Julião

Localizada no pequeno povoado do Monte Sete, é designada localmente por este nome.

A cascata fica ‘escondida’ num vale, onde o rio Xévora corre e forma pequenas lagoas onde é possível banharmo-nos.

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Cascata de São Julião na localidade de Monte Sete.

Se vier de Portalegre pela M522 mesmo antes da placa que anuncia a estrada na aldeia do monte Sete, onde está o café ‘A Cascata’ vire à direita. Uns metros à frente a estrada em asfalto para a terra batida.

Deve estacionar o carro num pequeno largo que tem e seguir a pé pelo trilho da direita. A descida é íngreme mas, fácil quando comparada com outras.

Coordenadas de GPS

Latitude: 39°18’57.5″N

Longitude: 7°19’54.3″W

Artesanato no Marvão

Quando falamos do Marvão, temos que falar também do seu artesanato típico. O castanheiro é a principal fonte de matéria aqui, e de extrema relevância para a economia local.

Desta forma, os bordados tradicionais com casca de castanha, as escadas em castanho e a cestaria em madeiro de castanheiro assumem destaque no património cultural.

Também podemos encontrar alguns objetos trabalhados em madeira, cortiça, ferro e barro.

Nós somos completamente apaixonados pelo artesanato português. Ainda utilizamos objetos em cestaria, nomeadamente cestos e canastros, para armazenar e transportar frutos e vegetais do nosso campo e armazena-los.

Já visitaram o Marvão? Queremos saber tudo o que pensam sobre esta região do Alto Alentejo. Deixam o vosso comentário.

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